"É inaceitável que, tendo havido em 2023 uma linha da União Europeia que se destinava a que os Estados Membros pudessem avançar com projetos-piloto na área dos novos rastreios, nada tenha sido feito. O rastreio ficou mais uma vez adiado com prejuízo de todos os portugueses", salientou a presidente da Pulmonale
Lembrando que o cancro do pulmão "continua a ser a doença oncológica com maior mortalidade associada e isso decorre de os diagnósticos ocorrerem maioritariamente em fase avançada", recordou que a Pulmonale tem um projeto-piloto para este âmbito desde 2021.
Isabel Magalhães considerou inaceitável que "esta oportunidade se tenha perdido" depois de a Pulmunale ter apresentado um projeto "feito por especialistas que trabalharam 'pro bono'" e definiram um projeto-piloto que, acrescentou, "está perfeitamente alinhado com as orientações científicas a nível internacional”.
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